Felipe Cazaux e cervejas especiais no St. Patrick's Day do Eitabier

Festa, blues, rock e cerveja, muita cerveja. Este ano, a pedida pra comemorar o St. Patrick's Day em Fortaleza é tomar umas ao som de Felipe Cazaux no Eitabier


Celebrado no mundo todo como uma boa desculpa para beber cerveja e se divertir, o St. Patrick's Day está também no calendário da capital cearense.


Por aqui, os festejos ganham trilha sonora bem apropriada para o momento: a guitarra blues e rock do experiente Felipe Cazaux, que se apresenta na Eitabier, loja especializada em cervejas de várias marcas, importadas e nacionais.





No melhor clima de festa de rua, o St. Patrick’s do Eitabier começa a partir das 17 horas, na calçadão da loja, é só escolher sua cerveja e curtir a festa . Tem promoção no dia mais cervejeiro do ano: chopp 4 Luppoli dobrado e muita cerveja Guinness.


Enquanto aprecia bons rótulos, o público irá saborear clássicos do blues e do rock além, claro, o repertório autoral do guitarrista, que já tem 10 anos de carreira, com shows por todo o Brasil e reconhecimento na cena blues nacional.


Ah! Não se esquece de ir de verde pra honrar São Patrício!


Serviço:
St. Patrick's Day com Felipe Cazaux
Eitabier (Rua Júlio Abreu, 160, Loja 18 – Varjota)
Sábado (19),a partir das 17 horas
Entrada grátis
Promoções especiais de cervejas
Outras informações: 3087 1071

Brewdog libera todas suas receitas de cerveja



Martin e I (James) começaram a produzir cerveja em casa em 2005. Eles costumam dizer que não conseguiam encontrar cervejas que queriam para beber no Reino Unido, por isso, decidiram que a melhor coisa a fazer era preparar suas próprias cervejas. 
A aventura começou quando eles decidiram recriar a Sierra Nevada Pale Ale em casa.


Em 2007, conseguiram um empréstimo bancário, compraram alguns equipamentos de segunda mão e o hobby de produzir cerveja virou trabalho, assim surgia Brewdog .
Muitas das cervejas clássicas da cervejaria  foram desenvolvidas durante os anos de homebrew, e pensando nisso eles resolveram fazer algo que nunca foi feito antes, disponibilizar todas suas as receitas na internet, e de graça! Surge então a iniciativa DIY DOG!

Para ter acesso as receitas é simples, basta cliclar no link abaixo, e ter em mãos as chaves do reino da brewdog.  
https://www.brewdog.com/diydog


Um brinde a Brewdog e a sua partilha de conhecimento, experiência e paixão na comunidade de cerveja artesanal .

Beber cerveja na gravidez faz mal?


Quando a mulher engravida algumas mudanças na dieta diária são fundamentais para garantir a segurança e a saúde do bebê e da futura mãe. Entre as principais restrições necessárias nessa fase está a eliminação completa do consumo de qualquer bebida alcoólica.


Como ainda não há consenso sobre uma quantidade segura de bebida alcoólica que uma gestante pode consumir, a recomendação é restringir 100% o consumo durante os meses de gravidez. “A bebida pode causar alterações neurológicas no feto, além de ocasionar a chamada síndrome fetal alcoólica, que pode ter como consequências deficiências nos músculos e ossos e no coração do bebê”, alertou a ginecologista
Dra. Flavia Junqueira, da Universidade de São Paulo Ribeirão Preto, em entrevista  sobre o assunto.

Não sabia que estava grávida de tomei cerveja, o que fazer?

Assim que descobrir a gravidez interrompa o consumo de bebidas alcoólicas e consulte-se com seu médico. Para quem já está tentando engravidar, o ideal é parar de beber desde o planejamento, já que o álcool em excesso pode, inclusive, interferir na fertilidade do homem e da mulher.

9 Coisas que você pode fazer com a cerveja


Muita gente é fã de uma cerveja gelada no fim do dia – ou a qualquer hora do dia mesmo –e se apreciada com moderação, pode até trazer benefícios à saúde. Mas você sabia que, além de bebê-la, ela pode ser útil em coisas bem diferentes do comum? 
1 – Limpe seus pés
Não, você não leu errado! Uma bacia com vinagre branco e três garrafas de cerveja preta fazem muito bem aos seus pés. Isso porque as bactérias contidas no levedo da cerveja e a acidez do lúpulo adicionam nutrientes à pele e reparam-na.
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2 – Faça waffles macios

Um truque comum para aumentar a maciez de waffles e até de panquecas, é adicionar um pouco de cerveja – e além disso, você também dará mais sabor ao prato.
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3 – Polir móveis e jóias de ouro

Sim, você pode dar mais brilho para uma mesa de madeira ou um anel de ouro. Para jóias, coloque a peça de molho por aproximadamente 10 minutos em uma tigela com um pouquinho de cerveja – ok, você pode tomar o resto – e depois é só polir a peça com um pano seco. Para dar cara nova aos móveis de madeira, esfregue o móvel com um pano macio embebido em cerveja e em seguida lustre com um pano seco.
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4 – Mantenha sua horta saudável

O jardineiro profissional Andrew Lopez recomenda a pulverização de cerveja para manter as plantas saudáveis. Ele diz que a grama, por exemplo, irá absorver o açúcar contido na bebida e tirar energia a partir dela. Para manter as pragas, como lesmas, longe do seu quintal, enterre meio copo de cerveja no solo e elas serão atraídas para o copo, morrendo afogadas. Um pouco trágico para a comunidade de lesmas, mas bem eficiente!
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5 – Soltar parafusos enferrujados

Despeje um pouco de cerveja no parafuso e aguarde alguns minutos. Depois disso, beba uma cerveja para comemorar o esforço que foi poupado!
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6 – Lavar o cabelo com cerveja para deixá-lo mais sedoso e saudável

Especialistas afirmam que os aminoácidos e vitaminas contidas na cerveja reparam os fios e dão volume às suas madeixas. Três colheres de sopa de cerveja adicionadas a meio copo de água morna pode fazer maravilhas. Se você um dia já derrubou cerveja na cabeça de alguém quando estava bêbado, não fique chateado, pois você fez uma hidratação grátis no cabelo alheio!
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7 – Cozinhe arroz

Já pensou em trocar a água por cerveja na hora de cozinhar o arroz? A bebida irá adicionar um sabor bem diferente ao alimento e, obviamente, o álcool evaporará durante o cozimento – não, você não irá deixar ninguém bêbado na hora do almoço com essa dica!
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8 – Deixe a carne mais macia

Se você deu azar em comprar uma carne dura, pode usar a cerveja para deixar ela mais macia, pois a acidez da bebida quebra as cadeias musculares da carne. É só deixá-la marinando por um período (pode ser durante a noite).
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9 – Durma feito um bebê

Não estamos dizendo para você encher a cara até entrar em coma alcoólico! Você sabia que o lúpulo causa sonolência? Pois é, e cerveja tem lúpulo, então basta tomar uma gelada antes de dormir, e pronto. Caso você não queira beber antes de dormir, basta tomar um chá de lúpulo, ao invés de apelar para calmantes.
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Fonte: thrillist

Cerveja preta aumenta o leite?


Não. Apesar da antiga crença de que beber cerveja preta aumenta a quantidade de leite em mulheres grávidas, não existem estudos que comprovem o fato. E, na realidade, qualquer tipo de bebida alcoólica é contra-indicado nessa situação. Num estudo feito em 1993, a cientista americana Julie Mennella acompanhou lactantes que ingeriam bebidas alcoólicas e encontrou indícios de que elas produziam menos leite.

Ninguém sabe ao certo a origem da crença. Uma das hipóteses é que ela tenha surgido porque mulheres que ingeriam bebidas de alto teor alcoólico não eram bem vistas na sociedade. “A cerveja tem menos álcool que bebidas como a cachaça e, por isso, ganhou o status de bebida de ‘mulheres decentes’. Ou seja, mães. A partir daí, a relação foi se aperfeiçoando”, diz Maria Amélia Bitar, autora da tese “Aleitamento materno: um estudo sobre crenças e tabus ligados à prática”.
O que se sabe é que o mito não é exclusividade brasileira. E já foi levado tão a sério que, nos anos 80, nos Estados Unidos, foi criada a Malt Nutrine, uma bebida escura que era vendida em farmácias e recomendada por médicos para incentivar a produção de leite.

Banda Queen lança sua marca de cerveja no Brasil

Lançada em julho no exterior, a cerveja da banda Queen agora será vendida no Brasil.
A banda do astro Freddie Mercury criou, em parceria com a cervejaria RNR Brew Ltd, a "Queen Bohemian Rhapsody", uma cerveja Pilsner. Vendida em packs de seis garrafas, com a foto da banda, as cervejas de 330mL são produzidas na República Tcheca, em um processo que demora 30 dias.


Segundo a marca, somente produtos tchecos são usados em sua produção e tem "origem controlada", respeitando as leis da União Europeia. O nome da cerveja faz, obviamente, alusão a uma das músicas mais populares da banda inglesa.
O rótulo da cerveja, inclusive, foi desenhado pelo próprio Freddie Mercury, décadas atrás, quando ele era um aluno de design gráfico em LondresO desenho era o escudo original criado para a banda, que estava começando.
No Brasil, o produto foi importado pela Bier & Wein e deverá vendido por 22 reais (cada garrafa).

12 grandes avanços que a humanidade deve à cerveja



Pode parecer conversa de boteco, mas não é. Alguns dos acontecimentos mais importantes na história da ciência, da tecnologia e da civilização devem créditos a uma bebida extremamente popular: a cerveja. Com a ajuda do líquido fermentado, o homem deixou de ser nômade, escreveu algumas das primeiras palavras de que se tem registro, ergueu impressionantes monumentos arquitetônicos, atravessou continentes e salvou milhões de vidas.

Mais do que isso, a busca pela perfeição de uma das bebidas mais antigas produzidas pelo ser humano também trouxe avanços fundamentais para a ciência moderna. Não é à toa que nomes como James Joule e Louis Pasteur - cientistas que trabalharam para a indústria cervejeira - são obrigatórios nos livros didáticos de hoje.
"Algumas conquistas históricas aconteceram exclusivamente por causa da cerveja, enquanto outras foram apenas impulsionadas e não se devem 100% a ela", explica o mestre cervejeiro Matheus Aredes, graduado pelo VLB Berlim e fundador da academia de cerveja Bräu Akademie. Em entrevista a EXAME.com, Aredes defendeu que há duas maneiras de se abordar o papel da bebida na história da humanidade: uma mais ufânica e uma mais realista.
A verdade é que, seja como personagem principal ou coadjuvante, a "gelada" participou de momentos decisivos da história da humanidade. Veja acima alguns dos avanços que devemos a ela. A viagem começa há milhares de anos.
1. Revolução Agrícola
Se a revolução agrícola é considerada um divisor de águas na história do homem moderno, o que poucos sabem é que a cerveja teve papel decisivo no assentamento da primeira civilização. Entre 9000 a.C e 7000 a.C, nômades sumérios começaram a plantar cevada de maneira regular na região da Mesopotâmia. Por décadas, especialistas assumiram que o cultivo do grão tinha por objetivo a produção de pão.
Mas estudos mais recentes apontaram resíduos de cevada em jarras antigas, indicando que a planta possa ter sido cultivada antes mesmo do alimento. Para Aredes, é difícil avaliar a ordem dos acontecimentos. "É uma teoria que não está 100% provada. É possível que a cerveja tenha sido mais consequência do assentamento humano do que o contrário", considera.
2. Escrita
A tecnologia mais importante associada à cerveja é também uma das mais antigas: a escrita. Há mais de 5 mil anos, os sumérios começaram a gravar pictogramas em barro molhado, com o objetivo de codificar transações comerciais e... anotar receitas de cerveja. Segundo o especialista em textos antigos da Universidade da Pensilvânia (EUA), Stephen Tinney, mais de 160 símbolos da escrita cuneiforme estão diretamente ligados à bebida fermentada.
"Era necessário registrar a produção de diversas commodities, e isso incluía a cevada e o trigo", destaca Aredes. Apesar dos fortes indícios de que o desenvolvimento da escrita na Suméria está associado à cerveja, arqueólogos divergem até hoje sobre a primeira civilização a dominar a técnica. Há evidências de que egípcios já produziam na mesma época, de forma independente, seus primeiros hieróglifos.
Como a história humana também foi marcada por extermínios culturais - como o da civilização maia pelos espanhóis -, é ainda mais difícil afirmar com certeza onde e por que surgiu a escrita.
3. Pirâmides
As pirâmides egípcias são até hoje objeto de fascínio e discussões entre arquitetos, arqueólogos e historiadores. Não há dúvida, no entanto, sobre o combustível que permitiu suas construções. Para levantar os monumentos que abrigariam seus túmulos, os faraós pagavam a cada operário cerca de 4 litros de cerveja por dia. Em uma estimativa aproximada, pode-se dizer que o levantamento da grande pirâmide de Gizé, uma das sete maravilhas do mundo, consumiu cerca de 876 milhões de litros da bebida.
"Apesar de ser inventada na Mesopotâmia, a cerveja foi impulsionada no Egito. Foi quando ela passou a ser produzida em escala e a ser usada como moeda de troca pela força de trabalho", conta Aredes. Vale lembrar que, mais do que um meio de pagamento, a cerveja era o alimento que mantinha os operários em pé. A bebida da época era mais leve em álcool e muito mais densa em nutrientes do que o líquido que tomamos hoje - não é à toa que, na Alemanha, a cerveja é também conhecida como "pão líquido".
4. Idade das Trevas
No período medieval, a cerveja era comumente utilizada como alternativa à água, que nem sempre era potável. Mais do que isso, o recurso hídrico era responsável pela proliferação de uma série de doenços, como a cólera. Por causa dos rios sujos e da carência de saneamento básico, cerca de 50% da população não vivia até mais do que 6 anos de idade.
Mesmo quando feita com água poluída, a cerveja era uma fonte mais segura de nutrição. Apesar de terem atribuído a purificação do líquido a forças ocultas, e não à fervura e à fermentação, os alquimistas e monges da época acabaram salvando milhões de vidas ao produzir a bebida.
5. Novo Mundo
Há pouco mais de cinco séculos, quando conquistar a América ainda era um sonho para os europeus, manter embarcações abastecidas durante as viagens era um grande problema. Além da quantidade de comida necessária para meses a bordo, muitos suprimentos estragavam nas primeiras semanas, inclusive... a água.
Para contornar o problema, os navegadores estocavam queijo, mel, azeitona e outros alimentos em conserva. E para garantir a hidratação, levavam consigo galões e galões de cerveja. "Eles não viajavam sem cerveja, porque ela era esterilizada e tinha conservantes naturais. É difícil dizer que os colonizadores não teriam conseguido chegar aqui sem a bebida. Mas ela deu uma força", conta Aredes.
Mesmo depois de desembarcar no Novo Mundo, os viajantes tinham receio de tomar da mesma água que os nativos bebiam por considerá-la insegura, o que acabou estimulando a produção cervejeira na colônia.
6. Pasteurização
Uma das descobertas que ajudou a estabelecer as bases da medicina moderna deve créditos à cerveja - e não ao leite, como muitos pensam. O processo de pasteurização foi identificado pelo microbiólogo francês Louis Pasteur, que publicou em 1876 a obra "Études sur la Bière" ("Estudos sobre a Cerveja", em tradução livre).
O cientista, que também trabalhava como consultor para cervejarias, queria entender por que a cerveja frequentemente estragava. Ao analisar as células de levedura na bebida, ele notou a presença de microorganismos até então desconhecidos: as bactérias. Além de provar que eram elas que prejudicavam o sabor da bebida, o cientista apontou uma maneira de eliminar as intrusas: a pasteurização, que consiste em esquentar uma substância a temperaturas entre 65ºC e 70ºC durante um certo intervalo de tempo.
Os estudos de Pasteur repercutiram imediatamente na ciência e na medicina, reavivando a teoria dos germes, ideia de que as pessoas poderiam adoecer se entrassem em contato com esses microorganismos invisíveis a olho nu. "Ele gerou uma discussão sobre contaminações, higiene e infecções hospitalares. Só depois disso os médicos começaram a lavar as mãos, por exemplo, antes de fazer um parto", conta Aredes. "Uma vez entendendo a origem das doenças, ficou mais fácil criar métodos para preveni-las e combatê-las".
7. Escala de pH
No início do século passado, o laboratório da cervejaria alemã Carlsberg enfrentava um grande problema de precisão. Não havia uma escala adequada para definir o quão ácida estava a bebida produzida. Até então, mestres cervejeiros utilizavam termos vagos, como "muito ácido", "bom" ou "básico".
Foi então que, com o objetivo de controlar os resultados, o químico dinamarquês Soren Sorensen desenvolveu a escala de potencial hidrogeniônico, o pH. Trabalhando no laboratório da cervejaria, ele estudou o efeito da concentração de íons em proteínas, e percebeu que quanto mais ácida era a bebida, mais ela apresentava íons de hidrogênio.
Com algumas revisões posteriores, o modelo desenvolvido pelo cientista ganhou o mundo. A escala de pH é usada hoje em todo o planeta e é crucial para qualquer procedimento químico.
8. Refrigerador
O desprazer de beber uma cerveja quente não é um drama recente. Até o fim do século 19, a bebida era produzida e vendida apenas nos meses frios por conta da dificuldade em mantê-la gelada durante o verão. Além disso, o próprio processo de maturação da cerveja exigia temperaturas amenas, o que demandava o transporte de toneladas de gelo da natureza para adegas subterrâneas - onde havia menor variação térmica.
Como se pode imaginar, todo esse trajeto tornava o produto mais caro e mais escasso. Foi então que, a pedido da cervejaria irlandesa Guinness, o engenheiro alemão Carl von Linde desenvolveu o primeiro sistema viável de refrigeração artificial. "O primeiro ponto positivo foi a facilidade de resfriar a cerveja enquanto ela era produzida. O segundo, a economia com transporte; e, o terceiro, a própria degustação da cerveja. Fora que agora era possível produzir cerveja o ano inteiro", explica Aredes.
A invenção, que até então era vista como um projeto de ficção científica, acabou resolvendo o que era um grande desafio para a humanidade: a conservação de alimentos, medicamentos e até órgãos para transplante.
9. Termodinâmica
Apesar de não ter criado o primeiro termômetro, a indústria cervejeira deu um grande empurrão para aprimorar o instrumento. Isso porque James Joule, filho de uma rica família de cervejeiros, desenvolveu grandes habilidades de experimentação na cervejaria que herdou do pai. O físico amador inglês precisava de condições extremamente controladas para provar a relação entre o trabalho mecânico e o calor, que, mais tarde, levaria à teoria da conservação de energia.
Para isso, projetou termômetros capazes de ler centésimos de graus Fahrenheit, sem os quais não poderia captar mudanças mínimas de temperatura. Os experimentos conduzidos no laboratório de Joule tornaram-se a base do que chamamos hoje de termodinâmica.
10. Garrafas de vidro
Apesar de não ter inventado o vidro, a indústria cervejeira foi responsável pela criação de uma das primeiras máquinas de produção em grande escala de que se tem registro: a de garrafas de vidro. Até por isso, alguns estudiosos apontam Michael Owens, seu criador, como um dos precursores da fábrica moderna.
"Eram as grandes indústrias da época. Nos EUA, cervejarias viraram fábricas gigantes, que ajudavam a impulsionar a economia", afirma Aredes. Entusiastas da bebida creditam outro grande avanço à invenção: a redução do trabalho infantil. Até então, a indústria do vidro era a maior empregadora de trabalho para crianças nos EUA. Após a automação desse processo, tal modalidade de trabalho foi erradicada em apenas dez anos.
11. Mapeamento genético
A produção de cerveja é extremamente sensível e repleta de processos que podem dar errado. Para reduzir esse risco, cientistas empreendem há décadas esforços para dominar os genomas do lúpulo, conservante natural que dá amargor à bebida, e da levedura, fungo responsável por quebrar o açúcar e transformá-lo em álcool.
O primeiro trabalho nesse sentido consta de 1883, quando o cientista dinamarquês Emil Christian Hansen isolou as primeiras culturas puras de levedura, na Cervejaria Carlsberg. "Se alguma coisa dá errado na produção de cerveja hoje, existe uma grande chance de ser por causa da instabilidade da fermentação. E é por isso que o mapeamento genético da levedura é importantíssimo para nós", explica Aredes.
A manipulação e o cruzamento genético desses organismos para torná-los mais resistentes acaba sendo importante não só para acertar a mão na produção da bebida, mas para diversos outros setores da economia.
No caso da levedura, alguns exemplos são as indústrias química, farmacêutica, de pães, e de combustível. Já o lúpulo é utilizado principalmente para o tratamento de ansiedade, taquicardia e uma série de outros distúrbios. Seu aroma intenso é recomendado como método para a indução ao sono, motivo pelo qual é comumente colocado dentro de travesseiros.
12. Saúde
Apesar dos comprovados males causados pelo consumo excessivo de álcool, também é consenso entre cientistas que a ingestão moderada da substância pode reduzir o risco de uma série de problemas de saúde. E, por ser mais leve do que a maioria das bebidas, a cerveja se encaixa bem nesse perfil de consumo.
Em 2006, um estudo conduzido no Beth Israel Deaconess Center, nos EUA, constatou que o risco de ataque cardíaco entre pessoas que consomem doses moderadas da substância é entre 40% e 60% menor do que entre não consumidores. Mais tarde, pesquisadores da Harvard School of Public Health, também nos EUA, apontaram que a bebida ajuda a prevenir a formação de coágulos nas artérias do coração, do pescoço e do cérebro, prevenindo acidentes vasculares cerebrais.
A cerveja também é rica em vitaminas. Segundo um estudo realizado na Holanda, consumidores da bebida possuem, em média, 30% a mais de vitamina B6 no organismo do que não consumidores. "Mais do que isso, a cerveja também alivia o estresse, o que acaba promovendo a saúde de uma forma mais ampla", acrescenta Aredes.

Por que o preço da cerveja pode subir no mundo todo?



Foi anunciado acordo que pretende fundir as duas maiores cervejarias mundiais, a SABMiller e a AB Inbev, transformando-as em uma única megaempresa. Se o acordo for mesmo fechado, a nova companhia será, de muito longe, a maior do setor, e deixará bem para trás a atual terceira colocada (que se tornará a segunda), a Heineken.
O que isso implica para o consumidor de cerveja?
Antes de mergulharmos de vez no assunto, é preciso destacar: o objetivo aqui não é fornecer uma resposta definitiva para a questão, mas, sim, apontar possíveis desdobramentos sugeridos pela teoria econômica.

A resposta, na verdade, não é nada óbvia. Depende de dois efeitos que afetam de maneiras diferentes e opostas o preço da cerveja.
Por exemplo, por que o preço da cerveja pode vir a subir no mundo todo?

O lado ruim da fusão – e a possível resposta para a pergunta – está no aumento da concentração de mercado. Isso tende a contribuir para elevar o preço da cerveja. Se uma grande empresa passa a dominar o mercado mundial, sofre menos concorrência. E, nessa situação, poderá aumentar seu preço sem que a perda de consumidores para marcas rivais seja drástica.
Mas esse aumento de preços dependerá da reação dos consumidores. Em particular, de como eles conseguem ajustar seu consumo frente a uma cerveja mais cara. Se, por exemplo, eles encontrarem substitutos próximos, a empresa não conseguirá subir muito seus preços – caso contrário, perderia muitos consumidores e seus lucros cairiam.
Isso aconteceria se os consumidores não se importassem muito com a marca da cerveja: se a nova megaempresa do setor subisse muito os preços, os consumidores facilmente migrariam para cervejas de outras companhias.
Agora, se os consumidores forem mesmo mais fiéis às marcas, a margem de substituição será reduzida. Se for dessa maneira, devemos esperar por preços mais elevados.
O poder de mercado da empresa pode ser limitado não apenas pela reação dos consumidores, mas, ainda, por mudanças no lado da oferta. Especificamente, se a companhia subir muito seu preço, é possível que novos produtores entrem no mercado (por exemplo, cervejarias artesanais) em busca de lucros mais elevados. Esse efeito não é desprezível. A tecnologia de produzir cerveja não é exatamente complicada – está aí há séculos. O mercado pode ser, rapidamente, inundado por novas marcas caso os preços subam muito.
Logo, para evitar essa entrada e perda de mercado, pode até ser que a futura megaempresa não aumente muito seus preços.
Então preço também pode cair?
Como dito no início do texto, há outro mecanismo associado à fusão que pode, sim, derrubar os preços da cerveja.
Por quê?
Por causa dos chamados ganhos de escala: há uma parte dos custos de uma empresa que são fixos, ou seja, independem de quanto se produz. Na hipótese de a firma produzir mais, esses custos podem ser diluídos. O custo por unidade produzida, portanto, cai. E quando as duas empresas se juntam, sua produção combinada aumenta muito, permitindo que elas explorem esses ganhos de escala.
Além disso, elas podem eliminar alguns gastos redundantes. Exemplo: gastos com publicidade. A Liga de Futebol Americano dos Estados Unidos (NFL) já está antecipando, por sinal, quedas significativas em seus patrocínios pagos por propagandas de cerveja, como resultado da união das duas firmas.
Tudo isso leva a ganhos de eficiência e queda nos custos por unidade produzida. E parte dessa redução de custos pode ser repassada para os consumidores via preços mais baixos.
O resultado final para o bolso do consumidor dependerá desses dois efeitos: do aumento da concentração de mercado e da queda de custos.
Se o primeiro for mais forte, os preços subirão e haverá perdas para o consumidor. Caso contrário, os preços podem cair.
Resumindo: o resultado final para o consumidor de cervejas no futuro será influenciado (1) pela disponibilidade de substitutos próximos; (2) pela facilidade de novos produtores entrarem nesse mercado; e (3) pela economia de custos obtida da expansão na produção.
Agências governamentais em defesa da concorrência ao redor do mundo, certamente, já estão de olho nesses três fatores.
Fonte: Exame

5 provas científicas de que cerveja deixa o homem melhor na cama




Além de refrescar e ser uma das bebidas mais populares do Brasil, há mais um motivo para que os homens continuem bebendo cerveja. Um, não. Cinco! 

Quem diz é a ciência. Confira abaixo cinco razões para a cerveja, consumida sem excessos, melhorar a performance masculina na cama.
  • 1 - Maior duração
Ejaculação precoce é, geralmente, causada por estresse e ansiedade. Beber uma ou duas cervejas ajuda a relaxar e a liberar tensão. Além disso, a cerveja possui, na sua formulação, substâncias que ajudam a retardar a ejaculação.
  • 2 - Cerveja escura
A cerveja preta tem mais ferro que a loura, e o ferro faz aumentar o número de hemácias e melhora a circulação sanguínea. Este cenário favorece a excitação e a ereção.

  • 3 - Atleta na alcova
Estudos afirmam que o consumo de cerca de meio litro de cerveja por dia faz diminuir o risco de ataque cardíaco, derrame e outras doenças cardíacas. Combinar cerveja com exercícios físicos ajuda não apenas a saúde do coração, mas desenvolve maior resistência no coração, ajudando os homens a "percorrerem" maiores distâncias na cama.
  • 4 - Circulação
Muitas cervejas têm antioxidantes, que ajudam a limpar o sistema circulatório, promovendo uma melhor irrigação dos vasos do pênis. Logo...
  • 5 - 50 tons
Uma cerveja - a Fifty Shades of Green - inspirada no filme "50 tons de cinza" - é produzida com 50 tipos de aditivos afrodisíacos, como ginseng, ginkgo biloba e damiana. O objetivo óbvio: melhorar a performance sexual.

Crossroads celebra 18 anos e lança cerveja própria

Crossroads, considerado o melhor bar de rock e de música ao vivo de Curitiba/PR, comemora 18 anos de atividades em 2015. Para celebrar sua maioridade, a casa lança uma cerveja própria em edição limitada: a Crossroads Rock’n Roll Session Rye Pale Ale.
Aromática, leve e refrescante, mas sem perder a rebeldia do amargor, a Rock’n Roll foi pensada em parceria para refletir a personalidade do bar Crossroads. Sob consultoria do blog BarDoCelso.com, a receita foi idealizada e assinada pelos renomados cervejeiros da DUM Cervejaria, entre eles Murilo Foltran, com produção e know-how da Cervejaria Bastards.

“A Rock’n Roll foi pensada em cada detalhe, desde a vontade de se fazer uma cerveja comemorativa, até a definição de estilo, a primeira brasagem, ainda na panela, até sua produção em escala industrial”, afirma Alessandro Reis, proprietário do Crossroads. 
Após uma pesquisa que levou em consideração o bar, seu ambiente e o público frequentador, chegou-se a um estilo inovador e único: a cerveja do Crossroads é uma Session Pale Ale com centeio. Ou seja, além dos ingredientes bases da cerveja –água, malte, lúpulo e levedura – a Session Rye Pale Ale traz centeio em sua fórmula, o que dá picância ao conjunto. Já o nome “Session” remete a uma categoria de cervejas com baixo teor alcoólico (até no máximo 5% ABV) e que, normalmente, também têm características suavizadas, como corpo e amargor, em relação aos estilos de cerveja de qual derivam. 

“Depois de alguns encontros com os envolvidos no projeto, chegamos à definição do estilo: Session Rye Pale Ale. Uma versão suavizada de uma American IPA, com menos amargor, corpo e teor alcoólico, mas conservando todo o aroma dos lúpulos frutados e cítricos americanos. Além disso, ela leva uma boa parte de centeio, que lhe confere certa picância e textura sem igual. Tudo isso resultou num produto extremamente aromático, que lembra frutas cítricas e maracujá, com toques leves de malte e centeio, que dá a leveza, refrescancia e tornando-se um ótimo drinkability. Ficamos muito felizes com o resultado”, diz Murilo Foltran, da DUM Cervejaria.
Francisco Seegmueller, sócio da Cervejaria Bastards, revela que esse “toque de maracujá” da Rock’n Roll Session Pale Ale está relacionado ao tipo de lúpulo utilizado na receita. "A cerveja foi feita com apenas um tipo de lúpulo (técnica chamada de single hop), o Simcoe. De origem americana, é bastante frutado e cítrico, lembrando principalmente maracujá. Ele foi utilizado tanto para dar amargor quanto para dar aroma à bebida. Para chegar no resultado desejado, a cerveja passou também pelo processo de dry-hopping, que é a inserção de lúpulo no final do processo de produção, durante a maturação da cerveja, para adicionar ainda mais notas aromáticas", explica.

Além do gosto marcante, a Rock’n Roll também é visualmente impactante. O design da garrafa traz, no gargalo, a icônica logo do bar aniversariante. Já o rótulo abusa das cores preta e amarela em sua composição e apresenta lettering que remete ao estilo musical referência do Crossroads, além de grafismos  que representam o malte de cevada, principal ingrediente da cerveja.
“Uma parceria de sucesso foi estabelecida desde o início do projeto, que culminou em uma cerveja que tem tudo a ver com o estilo musical no qual o Cross é especialista, o rock’n roll”, Luis Celso Jr., sommelier de cervejas do BarDoCelso.com.
A Crossroads Rock’n Roll Session Rye Pale Ale tem produção limitada, e estará disponível no Crossroads até esgotarem os estoques.